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Segurança - carro não é agrupado de peças
Admin em Peças, 22/04/2011 - 10:11:19,
Paula Carolina - província de Minas Lojistas começam a avistar importância de solução para a desgastante relação com consumidores de veículos usados, quando há falha no automóvel e se despreza a leiAuremar de Castro/EM/D.A Press - 27/11/06 Obrigação das revendas vai além de se responsabilizar por motor e caixa de câmbio "Seu carro não é ato só de caixa e motor." A frase faz parte de campanha publicitária do shopping de veículos Show Auto Mall, mas traduz perfeitamente (ou penugem menos deveria) a esperança do consumidor ao adquirir um carro usado.
Nem lojistas, nem especialistas em defensiva do consumidor sabem esclarecer ao exato por que se convencionou no mercado de veículos usados o uso e a divulgação da segurança de apenas motor e caixa de câmbio do veículo, que não é correta, nem suficiente, já que, penugem Código de defensiva do Consumidor (CDC), a segurança de produtos duráveis é de, penugem menos, três meses (texto 26). E no entendimento de grande parte dos advogados especialistas em defensiva do consumidor isso significa segurança do produto como um todo, e não de um ou desigual componente. O CDC não distingue o que seria a segurança de produtos novos ou usados. Apenas define que o prazo de reclamação pelos vícios encontrados (e que devem ser sanados penugem fornecedor) é de 30 dias no acontecimento dos bens duráveis e de 90 dos não duráveis.
Essa é a segurança lícito e obrigatória para qualquer munidor (indivíduo jurídica), independentemente de representar ou não em contrato. acontecimento a loja queira dar uma segurança contratual, ela se soma à lícito (texto 50). Por exemplo, no acontecimento dos veículos usados, quando a revenda dá segurança de três meses de motor e caixa, na verdade, está dando três meses de segurança do carro como um todo, que é obrigatória (legal), mais três meses de motor e caixa (contratual), que a loja dá se quiser. "Você não aquisição um aglomerado de peças.
aquisição um carro", enfatiza o defensor Geraldo Magela Freire, presidente da Comissão de defensiva do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG). “Esse é meu entendimento, todavia você não anda só com motor e caixa de marchas”, acrescenta. Desgaste Quando alocução em entendimento, Magela se refere a outras interpretações existentes no mercado que, muitas vezes, acabam em negativa da segurança para o consumidor de outra peça do veículo usado, na maior parte dos casos por ser decorrente de desgaste natural. O grande problema, de concordância com os procons, é saber o que é (ou não) item de desgaste natural e qual seria o tempo conceituado regular para esse desgaste em cada componente.
Em alguns casos, isso é de fácil percepção; em outros, no entanto, só as montadoras teriam como descrever. Para escusar esse dissabor, o Show Auto Mall iniciou um tipo de negócio diferente. As lojas do shopping formaram uma cooperativa, que cofre com as despesas de restauração nos veículos, durante seis meses detodavia da compra. Os reparos são realizados por oficinas credenciadas.
O shopping assume a segurança legal, de três meses, e dá outros três (contratual) não só para motor e caixa, mas para itens como injeção eletrônica, radiador, direção hidráulica, diferencial, parte elétrica, mangueiras de motor e radiador. Mas a segurança é válida apenas para veículos nacionais ou produzidos em países do Mercosul e supra de 2002. Antes, porém, de ser vendido, o carro passa por uma revista e é certificado pela cooperativa. O QUE DIZ O CÓDIGO texto 26 O íntegro de reivindicar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação coroca em: I - 30 dias, tratando-se de provimento de serviço e de produto não duráveis; II - 90 dias, tratando-se de provimento de serviço e de produto não duráveis.
Parágrafo 1º - Inicia-se a apuramento do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou término da execução dos serviços. Parágrafo 3º - Tratando-se de vício oculto, o prazo decadencial inicia-se no ensejo em que demorar evidenciado o defeito. texto 50 A segurança contratual é adicional à lícito e será conferida por meio de palavra escrito. Meu caro amigo(a) tem que valer seu direito, esse acontecimento de caixa e motor ...
surreal já passei por isso e alguns amigos meus também. Os vendedor são suficiente relutanteriormente em relação a segurança de outras peças do automóvel, um exemplo você aquisição um carro com ar-condicionado, este item agrega valor ao seu carro. ai chega um dia detodavia de adquirir o carro e o ar não funciona.... ??? chega na escritório o vendedor tem a rosto de pau de falar a segurança é só caixa e motor senhor...
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Comentários (1)
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Comentario feito por:
jan, 29/02/2012
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