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Carro classico: fiat tipo
Admin em Rodas, 28/04/2011 - 11:07:36,
O Fiat Tempra/sw foi apresentado na Europa em no início de 1990,eo tipo foi em 1988 eles chamaram muita atenção penugem seu design até então inovador para a época, caracterizado pelas linhas retas e bem resolvidas, com as laterais sem filete além da traseira elevada.
Internamente o espaço interno e os equipamentos oferecidos agradavam bastante. O primeiro dessa linha a surgir no Brasil foi o Fiat Tipo chegou ao mercado brasileiro em setembro de 1993, de início com três portas e logo após com cinco. Com um sistema otimizado de logística e uma estratégia de marketing agressiva, a Fiat conseguiu uma proeza: vender um carro ainda atual e com bom equipagem de série (incluindo direção assistida, opcional nos concorrentes) por um preço competitivo, US$ 17 mil à época.A versão única de retoque 1.6 i.e. não era luxuosa, mas podia ofertar como opcionais ar-condicionado, chefia elétrico dos vidros e travas e cobertura solar.
O capa dos bancos era franco e alegre, numa época em que predominava o preto. O motor 1,6 litro, o mesmo dos Fiats nacionais, tinha injeção monoponto e 82 cv, 10 cv a menos que no Uno 1.6R mpi lançado escasso antes, o que deixava seu execução muito fraco é sofrível quando carregado. O Fiat Tempra foi lançado no Brasil em novembro de 1993, trazendo várias inovações, ele foi o primeiro carro façanha no Brasil que tinha motor 16 válvulas (versão Tempra Ouro), o motor 2.0 de 8v desenvolvida 105 cv, já o impulsor 16 válvulas tinha 127 cv, acelerava de 0 a 100km/h em 9.2 segundos.Entre os equipamentos o Tempra contava com ar-condicionado digital (as versões mais baratas tinham ar condicionado normal), check-control, freio a disco nas quatro rodas com ABS, cobertura solar e bancos e revestimentos em couro. Chegava em 1993 chegava para transformar o mercado brasileiro o Fiat Tempra.Foi o primeiro carro a ter 4 válvulas por rolo no Brasil (ou 16v, onde o v minúsculo que indica a número válvulas de um motor, já o V maiúsculo é gasto para mostrar que se trata de um motor com geometria em V.).
O mesmo motor de 2.0 litros, atingia 127 cv (28 cv a mais que a versão 8 válvulas)( Mas Testes da Imprensa indicaram que ele obtinha 135 cv) chegava aos 202 km/h, e fazia 0 a 100 em 9,8 s. Na europa este mesmo motor entregava 150cv, mas acredita-se que a FIAT declarou 127 por questões de impostos (o IPI, no caso), mas a perda para 135cv é natural, considerando a adaptação para o combustível brasileiro, com 27% de álcool.No entanto, embora aumentasse seu torque para 18,4 kgfm (lucro de 2 kgfm),(ainda escasso para o peso do carro) o torque máximo surgia só a elevadas 4.750 rpm, representando melhora satisfatório discreta onde o carro mais precisava, as baixas rotações.O Fiat Tempra Turbo, foi o primeiro três volumes, a receber turbocompressor, e que gerava 165 cv e 220 km/h de rapidez máxima declarada, porém testes da imprensa mostravam máxima de 210Km/h.O motor tinha oito válvulas, que a Fiat considerava satisfatório para o execução almejado, recebia turbocompressor Garrett com pressão de superalimentação de 0,75 kg/cm2 e intercooler.O Tempra Turbo acelerava de 0 a 100 em 8,2s consoante citado na revista Quatro Rodas como "O Recorde do Turbo", escasso tempo após ganhou o título de "O Carro do Ano 95" e "Mais rápido do Brasil".Como opcionais, ar condicionado digital programável, bancos em couro elétricos com regulagem de elevação e apoio lombar, freios com ABS, check control, retrovisores fotocromicos etc.O carro ganhou uma legião da fãs que dizem que na época, o carro era nacionalmente imbatível.As versões Turbo e Stile vinham com rodas aro 14 cujo aspecto remetia ao rotor de uma turbina, já a versão Turbo Stile, vinha com rodas aro 15 do mesmo amostra do HLX. O sucesso levou a Fiat a depressa alargar a oferta. Em julho de 1994 chegava o Tipo SLX de 2,0 litros.
o motor de dobrado chefia e 1.995 cm3não era similar ao do Tempra oito-válvulas: tinha injeção multiponto, em vez de monoponto, e duas árvores de balanceamento, para cancelar as vibrações que havia de sobra no amostra nacional, mas o execução ainda o deixava bem aquém de um carro com seu nível.O SLX, vendido apenas com cinco portas, trazia outras novidades: faróis de neblina, banco do motorista com ajustes de elevação e de apoio lombar, apoio de braço centro dianteiro, retrovisores e parte dos pára-choques na cor da carroceria, além do estofamento em veludo consistente na cor cinza-franco e um útil check-control no quadro de instrumentos. As rodas de alumínio (opcionais) calçavam pneus 185/65-14, mais largos que os do 1,6 (175/65) e mais altos que os 185/60 empregados na Europa. Os freios a disco nas quatro rodas podiam inserir sistema antitravamento (ABS) opcional, além do airbag, também opcional. Veio também a versão realmente esportiva da linha, o "Sedicivalvole" (dezesseis válvulas em italiano), este amostra possuía motor 2,0 litros de 16 válvulas e 137 cv (potência declarada de 145cv na Europa e que foi "rebaixado" por conta da classificação dos impostos.
Fazia de 0 a 100 em 9,8 s, e atingia a incrível marca dos 206,7 km/h de rapidez máxima, apenas 9 quilômetros a menos que o Vectra GSI, que possui 150 cv e atinge 215,7 km/h com aceleração de 0 a 100 em 9,2 s. Esta versão do Tipo trazia ainda novidades como, bancos Recaro de fábrica, saias laterais e frisos vermelhos nos pára-choques, além da inscrição "Sedicivalvole" na tampa do porta-malas, tudo para largar com um ar mais esportivo, além de ter todos os outros itens que vinham nos outros modelos como, direção hidráulica, vidros elétricos, travas elétricas, ar condicionado e cobertura solar (elétricos nas versões SLX e 16V); como opcional tinha o sistema ABS.O Sedicivalvole veio com pneus 195/60 aro 14, desigual da versão que rodava na Europa que tinha pneus 185/55 aro 15, essa mudança na importação deveu-se às condições das estradas e pistas brasileiras, onde exige-se carros mais "guerreiros" para tolerar a buraqueira dos asfaltos, o que não era o acontecimento do Tipo, que com a suspensão fraca, sofre muito em nossas ruas e estradas. No fim do ano de 1994 a Fiat lançou no Brasil o Tempra SW, versão perua da Tempra, contudo do amostra ter um imenso porta-malas, e um terminado embrulho de itens de série como quadro digital, ar-condicionado digital, airbag dianteira e freios a disco nas 4 rodas com ABS. Mesmo deste modo esta versão não emplacou no mercado, boa parte disto pode ser explicado penugem design que dividia opiniões principalmente na parte traseira.
A Tempra SW foi importada de 1995 até o início de 1996. Era equipada com motor 2.0 de 109 cv. Porém o Tipo passou de amado (campeão de vendas disparado entre os importados, e entre os carros mais vendidos do país juntamente aos populares Gol e Uno, só perdendo para ambos respectivamente) a detestado em escasso tempo, merecido aos famosos incêndios que ocorreram nos modelos 1.6 i.e. 93/94/95, um defaçanha na direção hidráulica, no qual uma mangueira estourava e derramava líquido inflamável sobre o motor causando os incêndios, geralmente acontecia após o motorista ter façanha muitas manobras, onde exigiu-se demais da direção hidráulica.A Fiat ainda fez dois Recalls para resolver o problema, mas só foi descoberto e consertado o problema no segundo recall, visto que no primeiro continuaram a suceder os casos de incêndios.Mas desconhecido mesmo era a desculpa do óleo hidráulico incendiar-se, visto que em muitos carros de outras marcas ocorreram vazamento de óleo hidráulico por motivo da idade avançada e do uso invariável do sistema hidráulico e eles jamais pegaram fogo.
Em 1995, o Tempra passou por uma moça reestilização, ganhando uma nova grade frontal, além de ter seu quadro totalmente redesenhado. Outra nova que chegou neste mesmo ano foi o Tempra coupe (Tempra Turbo 2 portas), que trazia o motor 2.0 16v Turbo, mas esta versão teve vida curta no mercado e logo saiu de linha, sendo substituída penugem Tempra Stile Turbo com 4 portas, este que foi produzido até 1997.No fim de 1996 o Tempra perdou boa parte do seu mercado com a chegada do novo Chevrolet Vectra, lançado no segundo semestre de 1996, ele trazia desenho e mecânica em níveis superiores ao do sedan da Fiat, que então começou a perder espaço perante ao público a cada mês. Também foi produzida uma versão nacional do Tipo, que foi o primeiro carro brasileiro a ter bolsa inflável: trata-se dos modelos 1.6 mpi, que tinham 92 cv e foram produzidos de 1996 à 1997. Aliás, este pioneirismo é até hoje retalhado com o Chevrolet Vectra, que passou a partir da fábrica com o equipagem de segurança inflável, um dia após o Fiat Tipo, o que gera discussão até hoje, de quem lançou primeiro.Encerrou-se deste modo a carreira do Fiat Tipo, que passou por bons momentos, mas acabou com sua reputação manchada merecido aos incêndios, que fizeram suas vendas caírem, e acabaram precipitando a sua saída de linha.
Em 1997 a Fiat fez algumas mudanças nas versões da linha Tempra, chegaram as versões de entrada SX, 2.0 8v (105cv) e 2.0 16v, esta trazia bem menos equipamentos que a versão HLX que era oferecida como top de linha. Em 1998 o Tempra passou pela sua última reestilização, ganhando leves mudanças na parte dianteira com um novo para-choque, além de alguns outros pequenos retoques, os revestimentos interno também eram novos, tinham imediatamente novos tecidos e padronagens. Nos primeiros trimestre de 1998 a versão Turbo Stile enfim sai de linha.O Sedan não conseguia mais realizar dianteira a chegada do Honda Civic e Toyota Corolla que passaram a ser produzidos no País, o fim do Tempra já estava anunciado.Em maio de 1998 o Tempra sai de linha oficialmente com a chegada do Marea, que substituiu o sedan na Europa desde a metade de 1997. Mas esta é outra história que em passageiro postarei.
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Comentários (1)
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Comentario feito por:
mary, 27/01/2012
Foi nesse site aí que eu comprei o pacote de canais www.tvhd.com.br
